segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Plantio Voluntário de Mudas na bacia do Rio Pipiripau

Veja o vídeo:

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Shell recebe indesejado prêmio de pior empresa do mundo


A empresa fez inúmeras tentativas para explorar o Ártico em 2012 | Foto: <a href='http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Shell-a-mais-vergonhosa/?utm_source=SilverpopMailing&utm_medium=email&utm_campaign=Arctic_20130124%20(1)&utm_content=' target='_blank' >Greenpeace/Divulgação</a>
A empresa fez inúmeras tentativas para explorar o Ártico em 2012 | Foto: Greenpeace/Divulgação
Depois da companhia brasileira Vale, que recebeu o mesmo prêmio em 2012, é a vez da petroleira ser “reconhecida” pelas suas ações nada sustentáveis. Com mais de 41 mil votos, a empresa que fez inúmeras tentativas para explorar o Ártico foi escolhida para receber o Public Eye Award.
A eleita tem seu nome, tradicionalmente, anunciado no Fórum Econômico Mundial. A previsão era que o prêmio fosse entregue nesta quinta-feira (24) pelo Greenpeace Suíça, país ocorre o evento.
Os 41.800 votos foram online, enquanto o júri elegeu o banco norte-americano Goldman Sachs. Segundo os organizadores, as duas empresas escolhidas servem como exemplos de empresas cujos crimes socioambientais mostram para a sociedade o lado negativo do progresso puramente orientado para o lucro.
A indicação da Shell se deu pela empresa estar constantemente envolvida em projetos de produção particularmente controversos, arriscados e quase sempre sujos de óleo. A empresa tem manchado sua reputação quando se coloca à frente da exploração e produção de combustíveis fósseis num dos ecossistemas mais vulneráveis do planeta.
Cada projeto de petróleo no mar Ártico significa novas toneladas de emissões de CO2 para a atmosfera. Reservas de petróleo do Ártico são suficientes para apenas três anos, mas a ganância de grandes corporações como a Shell insiste em tirar até a última gota do solo.
Para isso, ela está colocando em risco um dos últimos paraísos naturais da Terra, colocando em perigo quatro milhões de pessoas que vivem na região, além de ameaçar a fauna. Ainda sem nem começar a trabalhar na perfuração dos poços, a Shell já passou por uma série de acidentes na região nos últimos meses.
As medidas de segurança da Shell não são confiáveis. Especialistas garantem que uma catástrofe poderia ocorrer a qualquer momento e seria quase impossível controlar devido às condições delicadas do Ártico.
Kumi Naidoo, diretor-executivo do Greenpeace International, lembrou que a Shell já investiu US$ 4,5 bilhões em um plano “sem sentido e altamente arriscado, que só produz problemas”. “O Public Eye Award mostra que o público está de olho na Shell e que sua teimosia vai continuar a ser objeto de sanções por parte da opinião pública”, frisou.
Assine e divulgue você também em www.salveoartico.org.br

Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/shell-recebe-indesejado-premio-de-pior-empresa-do-mundo

Proteção para a toninha não cair nas redes



Centenas de toninhas morrem no litoral do Rio Grande do Sul todos os anos. Foto: Emanuel Ferreira/Furg
Manaus, AM -
 Afastar os pescadores da costa pode ajudar a conservar as toninhas ou franciscanas (Pontoporia blainvillei), um dos menores golfinhos do mundo e encontrada apenas numa faixa de litoral entre o Espírito Santo e a Argentina. Centenas de toninhas morrem todos os anos em acidentes com redes de emalhe, que permanecem estendidas no mar por até 14 horas antes de serem recolhidas, formando uma grande barreira para várias espécies marinhas.

Estas redes podem chegar a 30 quilômetros de extensão. Por serem pequenas e terem hábitos costeiros, as toninhas são muito sensíveis a este tipo de pescaria. Mas elas não são as únicas vítimas, diversos outros animais também são afetados, como tartarugas, pingüins e tubarões.

“Estas redes são uma barreira intransponível não só para toninhas, para qualquer outra espécie”, afirma o oceanógrafo Emanuel Carvalho Ferreira, da Fundação Universidade do Rio Grande (Furg) e colaborador da organização não-governamental Kaosa.

A toninha, conhecida também como franciscana, tem hábitos costeiros e por isso são sensíveis à pesca de emalhe em locais de pequena profundidade. Foto: Marcos Cesar de Oliveira Santos/IO-USP

Ferreira faz parte de uma equipe que trabalha com a espécie desde a década de 1990. Em 2011, a equipe começou a buscar dados sobre a relação entre a morte de toninhas e o uso de redes de emalhe. Com financiamento da Fundação Boticário, o oceanógrafo descreveu cenários com a exclusão da pesca em áreas de 5 a 20 metros de profundidade. O estudo demonstra que a mortalidade de toninhas diminui 72% quando as redes usadas em pescaria de emalhe são colocadas em áreas com profundidade acima de 20 metros.

A criação de uma área de proteção às toninhas em profundidades mais rasas foi uma das recomendações apresentadas pelo pesquisador ao Plano de Ação Nacional para a Conservação do Pequeno Cetáceo Toninha (PAN Toninha). Ele sugere também que o tamanho das redes seja reduzido para sete quilômetros.

Atualmente, conforme a Instrução Normativa Interministerial 12, publicada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura e Ministério do Meio Ambiente, em agosto do ano passado, o tamanho das redes é limitado a 16 quilômetros no Rio Grande do Sul e 18 quilômetros no restante do país. A altura máxima das redes também é regulamentada e pode ser de até 4 metros.

A toninha é classificada como vulnerável na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e em Perigo, de acordo com o Instituto Chico Mendes. A espécie é endêmica do Atlântico Sul e é uma das menores espécies de golfinhos do mundo, chegando a 1,7 metros. Apesar de viver principalmente no mar, é classificada entre as espécies de golfinhos de água doce e pode ser encontradas também em estuários, com na Baía de Babitonga, em Santa Catarina.


Fonte: http://www.oeco.com.br/noticias/26857-protecao-para-a-toninha-nao-cair-nas-redes

Golfinho morre depois de ficar preso em canal poluído em NY

O animal se perdeu e acabou preso no canal. No local, há uma grande quantidade de lama e lixo. O golfinho não conseguiu nadar e acabou morrendo.

vídeo:

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Fonte: http://rederecord.r7.com/video/golfinho-morre-depois-de-ficar-preso-em-canal-poluido-em-ny-5103c6696b71274915438f0d/

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Vídeo - Cachalotes adotam golfinho deformado nos Acores

O link abaixo mostra o vídeo de uma reportagem postada aqui esa semana:

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/cachalotes-adotam-golfinho-deformado-nos-acores-com-video#


Fonte e filme do Vídeo: Doris Thomas: www.doris-t.de

Ovos são achados aos montes em praias da Argentina e Uruguai nesta época do ano



Ovicápsulas de caramujo da espécie 'Adelomelon brasiliana' no litoral argentino.


Ovicápsulas são posturas de caramujo marinho onde desenvolvem-se os embriões (em número de 5 a 20), que se nutrem do vitelo aí presente; quando este se esgota, furam a cápsula e saem para a vida livre no fundo do mar.

Foto: Autor desconhecido
Mundo Marino


Embrapa inicia pesquisa sobre restauração de reserva legal



Embrapa inicia pesquisa sobre restauração de reserva legal em Sinop (MT)Ensaio utiliza 15 espécies nativas.


Um experimento instalado neste mês de dezembro na Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop (MT), possibilitará a realização de diferentes pesquisas sobre a restauração de reserva legal. Em uma área de 15 hectares, serão avaliadas estratégias de plantio e de condução, além de inúmeras características que vão desde o desenvolvimento da floresta até a viabilidade econômica do manejo da área.


Este ensaio faz parte do projeto de pesquisa “Restauração florestal de áreas degradadas como sistemas de produção em Reserva Legal na região de transição Amazônia/Cerrado e no Cerrado”, que avaliará aspectos ambientais e econômicos da restauração de reservas legais em quatro municípios de Mato Grosso (Canarana – já implantado –, Sinop, Guarantã do Norte e Campo Novo do Parecis), além de Vilhena, em Rondônia.


O experimento

No experimento instalado na área da Embrapa Agrossilvipastoril, foram feitos dez tratamentos, com quatro repetições de cada um deles. Os três primeiros utilizaram o plantio de mudas de 15 espécies nativas, sendo que um deles conta, também, com mudas de eucalipto e outro com seringueira.


Dois tratamentos foram feitos com semeadura a lanço, por meio de uma muvuca de sementes nativas e de adubos verdes. Uma deles, no entanto, também receberá mudas de eucalipto.


Em outros dois tratamentos foi feita a semeadura em linha, por meio do plantio direto. Neste caso, as sementes foram separadas em grupos, de acordo com o tamanho e com as suas características e também foram utilizados adubos verdes. Em um dos tratamentos serão plantadas mudas de eucalipto.


Já os dois últimos tratamentos avaliarão a condução de regeneração natural, sendo um deles com controle de gramíneas e o outro sem qualquer interferência.
Entre as espécies nativas utilizadas estão frutíferas, como caju, açaí, jenipapo e castanha-do-brasil, espécies pioneiras, como embaúba, faveira e jambo da mata, além de espécies madeireiras, como louro, jatobá, itaúba, amescla, ipê amarelo, champanhe (cumaru). guanandi e mirindiba.


De acordo com o biólogo e pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril, Ingo Isernhagen, o eucalipto e a seringueira foram utilizados em alguns tratamentos devido ao seu valor comercial mais conhecido, seja para produção de lenha e madeira de serraria, no caso do eucalipto, ou para a extração do látex, no caso da seringueira.


AvaliaçõesCom o experimento implantado, terão início as avaliações feitas por uma equipe multidisciplinar da Embrapa e de instituições parceiras, como a Universidade Federal de Mato Grosso, por exemplo.


“Nesta primeira fase, avaliamos principalmente a estrutura da vegetação, tomando dados como altura, diâmetro da base e a densidade de indivíduos nas parcelas que iremos amostrar. Contamos o número de indivíduos que foram introduzidos e os regenerantes que podem chegar por dispersão da fauna ou pelo vento. Posteriormente começamos a avaliar a projeção da copa, pois assim conseguimos ter uma ideia desta estrutura da floresta. Como ela está se formando e a estratificação dela”, explica Ingo Isernhagen.
Além disso, serão avaliadas questões relacionadas à fauna, dinâmica hídrica, caracterização do solo, dinâmica de carbono no solo, emissão de gases de efeito estufa, microclima, manejo silvicultural, entre outras.


“No caso de espécies com interesse madeireiro, vamos fazer podas e desramas para melhorar a qualidade da madeira e estudar se esta nativa teve uma madeira de boa qualidade e que comprove que uma área em restauração pode ser planejada desde o começo e manejada, para que se possa ter renda no futuro, além da conservação ambiental”, afirma o pesquisador.


Permeando todo o processo, será feito o estudo da viabilidade econômica dos tratamentos e a análise dos serviços ambientais relacionados à recuperação das reservas legais.
“Hoje é muito difícil monetarizar os serviços ambientais. Vamos tentar mensurá-los e encontrar elementos e indicadores que possibilitem às agências responsáveis fazerem os pagamentos pelos serviços ambientais prestados”, explica Isernhagen.


Segundo o pesquisador, além de levantar as informações técnicas sobre a restauração florestal, um dos objetivos do projeto é o de desmistificar a reserva legal, mostrando ao produtor que é possível complementar a sua renda com o manejo racional das áreas.
“A reserva legal é hoje vista como um empecilho para a produção rural, especialmente aqui em nossa região, entrando no bioma amazônico, onde 80% da propriedade tem que ser conservada através da reserva legal. As pessoas não sabem, não existe a tradição de manejo destas áreas conservadas. Porém para um pequeno e médio produtor, ela pode significar, no mínimo, uma renda complementar”, afirma.

Jornalista: Gabriel Faria (mtb 15624/MG JP)
Embrapa Agrossilvipastoril
gabriel.faria@embrapa.br


Fonte: http://www.embrapa.br/imprensa/noticias/2012/dezembro/3a-semana/embrapa-inicia-pesquisa-sobre-restauracao-de-reserva-legal-em-sinop-mt-1/

Embrapa inicia pesquisa sobre restauração de reserva legal em Sinop (MT) (21/12/2012)
Herbert de Souza