domingo, 3 de março de 2013
O VALE. O Documentário.
Documentário
revela através da história de riqueza e decadência do Vale do Paraíba, a
exaustão e exploração das terras da Mata Atlântica.
Fonte: EAVI - Roberto
Lamego
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Japão diz que pesca de baleia é atividade cultural
<div><object width="457" height="368" id="player_14304686" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" ><param value="true" name="allowfullscreen"/><param value="http://player.mais.uol.com.br/embed_v2.swf?mediaId=14304686&ver=1" name="movie"/><param value="always" name="allowscriptaccess"/><param value="window" name="wmode"/><embed id="player_14304686" width="457" height="368" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" src="http://player.mais.uol.com.br/embed_v2.swf?mediaId=14304686&ver=1" wmode="window" /></embed></object><p><a href="http://carnaval.uol.com.br//2013/salvador/videos/assistir.htm?video=japao-diz-que-pesca-de-baleia-e-atividade-cultural-04028D1C3668C0994326"><strong>Japão diz que pesca de baleia é atividade cultural</strong></a> e outros vídeos - <a href="http://carnaval.uol.com.br"><strong>UOL Carnaval 2013</strong></a></p></div>
O ministério da Agricultura e da Pesca do Japão informou que o país não pretende interromper a pesca das baleias porque a atividade "é cultural". A declaração deixou ainda mais furiosos os ativistas, que estão atacando os navios de pesca. Visite o UOL Notícias
Fonte e vídeo: http://carnaval.uol.com.br//2013/salvador/videos/assistir.htm?video=japao-diz-que-pesca-de-baleia-e-atividade-cultural-04028D1C3668C0994326
Ministro japonês garante que país seguirá pescando baleias
Mesmo diante de diversos protestos liderados por ambientalistas, o Japão não está disposto a parar com a pesca de baleias. O anúncio foi feito na última terça-feira (26), pelo ministro da Pesca e Agricultura, Yoshima Hayashi, conforme noticiado pelas agências internacionais.
O motivo alegado por Hayashi é de que as baleias fazem parte da cultura japonesa e também estão muito presentes nos hábitos alimentares de toda a população. “É cultural e uma longa tradição histórica. O Japão é uma ilha e pescar boas proteínas do oceano é importante para a nossa alimentação. É muito importante para a segurança alimentar”, explicou.
O ministro ainda argumentou que o hábito de se alimentar de animais aparentemente exóticos é comum em diversos outros países. Hayashi citou o fato de os coreanos comerem carne de cachorro e os australianos comerem cangurus.
“Nós nunca dissemos que todo mundo devia comer baleia. Porque não podemos ao menos estar em acordo em nosso desacordo? Nós temos este habito e vocês não”, completou o ministro para justificar seu argumento.
Os protestos por parte de ONGs ambientalistas contra navios baleeiros é bastante comum. O tema já foi alvo de campanhas do Greenpeace e outras organizações que conquistaram adeptos contra a prática em todo o mundo. O Japão é contra a Comissão Internacional da Baleia, que condena a pesca destes animais para fins comerciais. Mesmo assim, o país continua a prática em virtude de uma brecha que permite o uso de baleias em pesquisas. Com informações da France Presse.
Redação CicloVivo
Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/ministro-japones-garante-que-pais-seguira-pescando-baleias
Mais uma piada ambiental no País que é um circo: Blairo Maggi é o novo presidente da Comissão de Meio Ambiente
Daniele Bragança27 de Fevereiro de 2013
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Fernando Collor cumprimenta o atual presidente, Blairo Maggi e é observado pelo senador Eduardo Amorim (PSC-SE), que tomou posse hoje como vice-presidente. Foto: José Cruz/Agência Senado.
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A negociação pelos cargos de presidentes de comissões aconteceu em troca de votos para Renan Calheiros (PMDB-AL). Os cargos são ocupados proporcionalmente, de acordo com o tamanho da bancada e um acordo foi costurado. O senador Eduardo Amorim (PSC-SE), assumiu o cargo de vice-presidente na Comissão de Meio Ambiente.
Em discurso, ao tomar posse hoje, Maggi rebateu críticas de senadores ligados ao meio ambiente, afirmando que sua atuação como produtor rural e as medidas que adotou para preservação ambiental em seu estado, quando governador, o credenciaram para assumir a comissão.
“Muitos podem achar que esse não é um lugar para mim, mas posso dizer com toda tranquilidade, conheço bem, sei o que os ambientalistas querem, sei o que os setores produtivos querem e desejam e nós saberemos levar ao bom termo a discussão correta, tranquila e democrática. (...) Sei o desafio que tenho pela frente, mas também já trilhei, já fiz e sei como fazer as coisas acontecerem daqui pra frente”, discursou o nove presidente.
Já se sabia desde janeiro que o nome do senador estava para comandar a Comissão de Meio Ambiente, que antes era presidida pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), assim como de outros senadores que assumiram hoje cargos à frente de outras comissões.
Conhecido como rei da soja e ganhador do troféu Motosserra de Ouro do Greenpeace, em 2005, Maggi foi governador de Mato Grosso e, durante seu mandato (2003-2010), foi considerado um inimigo dos ambientalistas, por que foi apelidado de "estuprador de florestas", mas conseguiu sair da posição destruidor de floresta ao adotar uma série de uma série de medidas para conter o desmatamento em Mato Grosso.
Uma dessas medidas foi a adoção da a moratória da soja, da carne e entre outras medidas. As estratégias usadas para melhorar sua imagem, após inúmeros escândalos ambientais, foram tema de reportagem publicada aqui em ((o)) eco assinada pela repórter Andreia Fanzeres.
Além da Comissão de Meio Ambiente, foram definidos os presidentes de mais 5 comissões.
Fonte: http://www.oeco.com.br/salada-verde/26935-blairo-maggi-e-o-novo-presidente-da-comissao-de-meio-ambiente
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Estudos sobre nova espécie de golfinho
Na Austrália, cientistas tentam descobrir mais informações
sobre o Orcaella heinsohni, uma espécie de golfinho nova e
pouco conhecida.
Vídeo:
http://video.br.msn.com/?mkt=pt-br&vid=0b3cb7d3-09f0-8244-3410-29747d6f39a6&from=sharepermalink&src=v5:share:sharepermalink:uuids&from=dest_pt-br
Cidadania sustentável
Tornar uma cidade sustentável já é muito difícil. O conjunto delas, então, pode parecer impossível. Mas não é. Quer dizer, não será, se governos, sociedade civil e empresas realmente quiserem. A sustentabilidade tem uma dimensão de oportunidade raras vezes compreendida, e exige uma determinação que vai além da vontade política convencional. É uma questão de visão, de profundo entendimento das mudanças que estão emergindo no mercado, na tecnologia, nos valores e no sentido do desenvolvimento.
Ninguém mais discute se o desenvolvimento sustentável é o caminho. A discussão é de como trilhá-lo. Como mitigar as perdas da economia tradicional? Como adotar medidas restritivas de forma não autoritária? Como avançar o marco regulatório sem ser impopular? Essas são algumas das perguntas mais frequentes.
Existem, porém, outras, menos usuais, mas chaves para este novo caminho. Como os problemas da escassez podem se tornar oportunidades? Como as mudanças de hábito podem sugerir novos produtos? Como a reciclagem pode produzir uma nova indústria? Como os serviços da natureza vão mudar a concepção de serviços e da economia? Como políticas públicas podem melhorar a qualidade de vida e avançar a cidadania? Como a mancha urbana pode induzir a criação de ecossistemas saudáveis?
São infindáveis as perguntas que precisam ser feitas. A boa noticia é que não só sua frequência está aumentando como também o escopo amplia-se.
O mundo tem se debruçado sobre o tema das cidades sustentáveis e inteligentes. Desde o Compromisso de Alborg, em 1994, passando pelas iniciativas da UN-Habitat e da C-40, na Rio+20, às do setor privado, não se pensa mais as cidades como antes.
A concepção tradicional de aglomerados urbanos – concentradores de serviços públicos, de atividades econômicas, de habitação e empregos – criou verdadeiros “buracos negros” que a tudo absorvem. Sua força gravitacional impacta centenas de quilômetros em seu entorno, consome a biodiversidade, todos os serviços da natureza e não devolve nada ao ecossistema. Para não se falar na qualidade de vida medíocre, principalmente nos países em desenvolvimento.
O desafio de transformar as cidades em polos irradiadores de serviços ao ecossistema, ao mesmo tempo em que se avance a qualidade de vida e a justiça social, é a chave desta nova concepção de desenvolvimento que arrebata urbanistas, políticos e empresários neste inicio de século.
Muito se tem avançado e temos visto os benefícios. A Rede das Cidades Sustentáveis, ao disseminar a Plataforma das Cidades Sustentáveis nas últimas eleições, conseguiu que, de todos os candidatos signatários do compromisso, 205 prefeitos fossem eleitos, sendo 42 em cidades de mais de 200 mil habitantes. Eles governarão cerca de 25% da população brasileira, sendo 19 capitais.
Essa é uma demonstração do que os movimentos sociais junto com os governos podem fazer pela agenda da sustentabilidade. As empresas também estão contribuindo em múltiplas frentes. No setor da construção civil, firmam-se novos protocolos de construção verde. Os supermercados se reinventam ao incorporar serviços públicos de coleta seletiva. E, na cidade de São Paulo, a votação do Plano Diretor acontecerá com fortíssima influência da Plataforma das Cidades Sustentáveis, inclusive com a formação de uma bancada da sustentabilidade na Câmara de Vereadores.
Muitas empresas perceberam que seu futuro será determinado pela capacidade de absorver novas tecnologias sustentáveis. Os exemplos se multiplicam: do plástico verde aos modernos aterros sanitários produtores de energia; da indústria do saneamento à certificação da madeira; da eficiência energética na linha branca à eficiência motriz da indústria automobilística. A lista é enorme e gradativamente empresas e poder público trabalham para que a agenda da sustentabilidade seja a das cidades para os próximos anos.
As empresas devem traduzir o imperativo da sustentabilidade em produtos e serviços com potencial de induzir a mudança. O poder público deve tornar políticas públicas indutoras e incentivadoras da nova economia, a começar com as licitações e compras públicas. Deve usar também todos os instrumentos de política fiscal e outros disponíveis para acelerar a inovação e as mudanças de hábitos necessárias, incluindo políticas educacionais e de cidadania.
A colaboração intersetorial, pluridimenional e sistêmica está no coração da gestão para a sustentabilidade, seja pública ou privada. Dai decorre também a necessidade de otimizar o uso dos conselhos municipais e estaduais como espaços privilegiados para esse debate.
* Ricardo Young é militante pioneiro da causa da sustentabilidade no movimento empresarial e vereador eleito da cidade de São Paulo.
** Publicado originalmente no site Ideia Sustentável.
http://envolverde.com.br/sociedade/cidadania-sustentavel/
Animação! FMX 2013
Stuttgart Festival of Animated Film / Internationales Trickfilm-Festival Stuttgart 2013.
www.itfs.de
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Fonte: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=M27Rq_Q7nWA
www.itfs.de
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Fonte: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=M27Rq_Q7nWA
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