segunda-feira, 3 de agosto de 2015

New plant species 'discovered on Facebook'


Experts identified a plant pictured on Facebook as a new species, since named as “drosera magnifica“, or magnificent sundew, according journal research paper


The new species named 'drosera magnifica'
The new species named 'drosera magnifica' Photo: Facebook
A new plant species has been hailed as the first to be "discovered over Facebook" after a photo posted by an amateur researcher was spotted by scientists on the social media network.
The huge carnivorous plant, which can grow up to one-and-a-half metres in length, was identified by researchers after a photo of it was uploaded by a botanical enthusiast in Brazil, the Botanical State Collection in Munich,Germany, announced on Friday.
Amateur researcher Reginaldo Vasconcelos first photographed the sundew plant in a jungle on a mountain top in Minas Gerais, southeastern Brazil, in 2013, and posted it on his Facebook page.
Experts identified the plant as a new species, since named as “drosera magnifica“, or magnificent sundew, describing it as the second-largest carnivorous plant in the Americas, according to research published in the journal Phytotaxa.
Andreas Fleischmann from the Botanical State Collection of Munich, co-author of the research paper, said: “It is the first plant that was discovered on Facebook.
"It is the largest sundew in the Americas, and the second-largest carnivorous plant in the Americas. In this respect it is also a spectacular plant.”
The plant has a Medusa-like tangle of sticky, carnivorous leaves that can grow up to 24cm in length and ensnare insects the size of a dragonfly.
Internet-based image databases have become an "important tool" for plant enthusiasts and botanists to share their interest and knowledge, according to the authors.
“Photographs are publicly shared on Internet discussion groups hosted by social networks, forums, and other websites, uniting amateurs and professionals in their common interests of plant identification and taxonomy, frequently resulting in the discovery of new regional records,” they wrote.
In the majority of cases, photos taken by amateurs are mostly useful in terms of providing location data that would lead to further fieldwork by experts, according to the researchers, but they added that images by enthusiasts have led to new discoveries such as that of the green lacewing insect.
The discovery of the magnificent sundew, however, is “the first plant species to be recorded as being discovered through photographs on a social network," they wrote.
The scientists were amazed that the large and eye-catching plant species had remained undiscovered for so long, because the mountain on which it was found was easily accessible.
However, the species, which is only found on a single mountain peak, is already considered “critically endangered”.
The mountain is surrounded by cattle ranches and coffee and eucalyptus plantations and almost all of the forest cover has already been cleared.

Fonte: http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/southamerica/brazil/11762745/New-plant-species-discovered-on-Facebook.html

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Clima, desmatamento e colapso: a Ilha de Páscoa é você amanhã?


Observatório do Clima* - 28/07/15

*Por Heloisa e Vilfredo Schurmann
29112011-easter-islandIlha de Páscoa, Região de Valparaíso, Chile. Foto: Arian Zwegers
O que aconteceu com as árvores da Ilha de Páscoa? Há 17 anos, quando chegamos à ilha pela primeira vez, ficamos impressionados pela quase ausência de árvores. Já não havia árvores nativas, apenas reflorestamentos. Felizmente, na segunda visita, notamos um aumento na vegetação, mas mesmo assim o número de lugares descampados ainda é grande.
Um conjunto de fatores pode explicar o desmatamento da ilha que, segundo vestígios arqueológicos, era lar da maior palmeira do mundo. Para Sebastián Paolla, pesquisador e guia turístico, muito se atribui à ação do homem.
Grandes áreas foram desmatadas para utilização do solo para agricultura, durante o auge populacional da ilha, que chegou a ter por volta de 15 mil habitantes. Por ambição, competição ou mesmo falta de conhecimento, os nativos, conhecidos como rapa nui, não souberam administrar seus recursos de maneira sustentável.
Alguns arqueólogos e especialistas também argumentam que durante a construção dos moai – as gigantes e impressionantes esculturas de pedra vulcânica, a partir do ano 1000 – foram consumidos boa parte dos recursos naturais da ilha. Tanto para alimentação, pois exigiram um enorme esforço, quanto para movimentações das esculturas megalíticas sobre troncos de madeira.
Além disso, um estudo mostrou que houve uma praga de ratos na Ilha de Páscoa, trazidos em suas canoas pelos primeiros polinésios. Sem predadores, comiam as raízes, os frutos e as árvores jovens.
Sem árvores, logo os ilhéus ficaram sem material de construção, sem lenha para queimar e impossibilitados de construir canoas e anzóis para pesca. A sociedade entrou em colapso, cujo primeiro sinal foi a interrupção da construção de moais. Logo, a falta de vegetação nativa levou à erosão dos solos agrícolas. A comida diminuiu, e com ela a população. Páscoa entrou num declínio populacional que foi completado pela chegada dos europeus com suas doenças, no século 18. Em 1872, a ilha tinha apenas 111 habitantes nativos.
Os rapa nui também nos falaram que sentem cada vez que a ilha está mais fria e seca. Maeha, uma artesã local, nos disse que no passado, quando criança, era inconcebível a ideia de andar na Ilha de Páscoa de meia, calças e casacos. Hoje, sente frio mesmo nos dias mais ventosos da primavera e outono.
Para Sebastian: “o que passou na Ilha de Páscoa é o que está passando no resto do mundo.”
Este texto e este vídeo foram produzidos pela família Schurmann numa parceria com o Observatório do Clima durante a Expedição Oriente, a terceira viagem de volta ao mundo dos exploradores brasileiros. Desde 2014 os Schurmann estão refazendo os caminhos que teriam trazido os chineses à América em 1421 e procurando respostas que podem estar escondidas no Oriente há quase 600 anos. No caminho, têm visitado e revisitado lugares e populações atingidos pela mudança climática e outros problemas ambientais. Veja o primeiro vídeo do projeto aqui.

Fonte:  http://www.oeco.org.br/reportagens/29254-clima-desmatamento-e-colapso-a-ilha-de-pascoa-e-voce-amanha

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Dentista americano é acusado de matar leão mais famoso do Zimbábue


  • Paula French/AP
    ONG do Zimbábue afirma que Cecil foi alvejado por arco e flecha e depois, alvo de tiros
    ONG do Zimbábue afirma que Cecil foi alvejado por arco e flecha e depois, alvo de tiros
Ambientalistas do Zimbábue afirmam que o homem que pagou US$ 50 mil (cerca de R$ 170 mil) para matar o leão mais famoso do país é um dentista norte-americano.
A Força de Preservação do Zimbábue (ZCTF, na sigla em inglês) identificou o turista como sendo Walter Palmer, do Estado de Minnesota, e afirmou que ele alvejou o animal com arco e flecha e um rifle.

Em declaração divulgada nesta terça-feira (28), Palmer admitiu participação na caçada, mas disse que pensava que tudo estava legalizado.

O leão, chamado Cecil, foi depois degolado e teve a pele arrancada, segundo a ZCTF.

Dois cidadãos do Zimbábue que se envolveram no episódio foram acusados de caça ilegal, porque o grupo não tinha permissão para a atividade.

Os homens --um caçador profissional e um fazendeiro-- podem pegar até 15 anos de prisão no Zimbábue caso sejam condenados. Eles deverão se apresentar a um tribunal nesta quarta-feira.

A polícia do Zimbábue confirmou que Palmer também poderá responder por caça ilegal.

"Prendemos duas pessoas e agora estamos procurando por Palmer por envolvimento no mesmo caso", afirmou a porta-voz da polícia Charity Charamba.

O jornal "Star Tribune", de Minnesota, divulgou uma declaração do dentista em que ele reconhece ter abatido o leão, mas afirma que desconhecia o caráter ilegal da empreitada.

Palmer afirma ter pensado que "tudo estava legal e devidamente gerenciado" e disse que confiou na experiência de guias profissionais para "garantir uma caça legal".

"Eu não tinha ideia até o final da caçada que o leão que abati era conhecido e estimado localmente e que usava um colar como parte de um estudo", afirma.

"Eu me arrependo profundamente que minha busca por uma atividade que amo e pratico de forma responsável e legal tenha resultado no abate desse leão."

As autoridades locais inicialmente haviam dito que um turista espanhol era o provável responsável pelo crime.

Reação furiosa

O consultório de Palmer estava fechado nesta terça, e um aviso na porta direcionava os visitantes a uma empresa de relações públicas, segundo a imprensa local. A página do dentista no Facebook foi apagada após ser alvo de comentários raivosos, e o site do consultório também saiu do ar.

O Zimbábue, como muitos países africanos, luta para coibir a caça ilegal que ameaça a vida selvagem da região. O leão Cecil, de 13 anos, era uma grande atração turística do parque nacional Hwange, o principal do país.

Estima-se que ele tenha sido morto no último dia 1º, mas a carcaça só foi descoberta dias depois.

A ZCTF afirmou que o grupo usou iscas para atrair o leão para fora do parque, durante uma perseguição noturna. Palmer teria atingido Cecil com flechas, ferindo o animal. O grupo só teria encontrado o animal 40 horas depois, quando Cecil foi morto com disparo de arma de fogo.

O felino tinha um colar GPS como parte de um projeto de pesquisa da Universidade de Oxford, que permitia mapear sua movimentação. Os caçadores tentaram destruir o aparelho, mas sem sucesso, segundo a ZCTF.

Na última segunda-feira, o chefe da ZCTF afirmou à BBC que Cecil "nunca incomodou ninguém".

"Ele era um dos animais mais belos de se observar", disse Johnny Rodrigues.

Os seis filhotes de Cecil agora deverão ser mortos pelo novo macho do grupo, disse Rodrigues, para estimular as fêmeas a cruzar com ele.

"Isso é como a coisa funciona na natureza selvagem. É a natureza tomando seu rumo", afirmou.
Amy Forliti/AP
Fachada do consultório do dentista Walter James Palmer, em Bloomington, Minnesota
Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2015/07/28/dentista-americano-e-acusado-de-matar-leao-mais-famoso-do-zimbabue.htm

Morre em zoo tcheco um dos últimos cinco rinocerontes brancos do mundo


Um cisto rompido causou a morte de Nabire, de 31 anos, na segunda (27).
Espécie tem apenas um exemplar nos EUA e três em reserva queniana.

Da AP
Nabire, uma fêmea de rinoceronte branco que nasceu e viveu 31 anos no zoológico de Dvur Kralove, na República Tcheca, em foto de 8 de julho de 2011 (Foto: AP Photo/Petr David Josek)Nabire, uma fêmea de rinoceronte branco que nasceu e viveu 31 anos no zoológico de Dvur Kralove, na República Tcheca, em foto de 8 de julho de 2011 (Foto: AP Photo/Petr David Josek)
Um dos últimos cinco rinocerontes brancos do mundo morreu na segunda-feira (27). De acordo com o zoológico de Dvur Kralove, na República Tcheca, a fêmea Nabire, de 31 anos, morreu na tarde de segunda por causa de um cisto rompido.

Nabire nasceu no zoológico em 15 de novembro de 1983, e era um caso raro de um exemplar da espécie nascida em cativeiro.

O diretor do zoo, Premysl Rabas, chamou a morte de “uma perda difícil de descrever”. Ele disse que “a morte de Nabire levou outra espécie animal a se aproximar da extinção completa”.

Apenas outros quatro rinocerontes brancos ainda estão vivos: um no zoológico de San Diego, nos Estados Unidos, e três na reserva Ol Pejeta Conservancy, no Quênia.

Em 2009, o zoológico tcheco levou quatro rinocerontes ao Quênia, esperando que o ambiente natural os ajudasse a se reproduzirem, mas o plano falhou.

Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/07/morre-em-zoo-tcheco-um-dos-ultimos-cinco-rinocerontes-brancos-do-mundo.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Direto da Nasa: satélites vão proteger as baleias azuis




Por Ethevaldo Siqueira


A baleia azul (balaenoptera musculus) é um animal fascinante. Mas ela está ameaçada de extinção. Uma notícia divulgada pela Nasa neste fim de semana nos dá novas esperanças de salvar ou, pelo menos, de trazer maior proteção a esse mamífero marinho, que é o maior animal que já existiu em toda a história da Terra.

Os números são assustadores e mostram o que está ocorrendo com as baleias azuis. No começo do século XX, a população mundial desses animais era de cerca de 240.000 baleias azuis. Hoje, não passam de 12.000 na melhor das hipóteses. Até 1910, sua caça era relativamente pequena. Ao longo de muitas décadas, mais de 80% da população mundial de baleias de todas as espécies e subespécies foram eliminadas pela caça predatória.

Bruce Mate, diretor do Instituto de Mamíferos Marinhos, da Universidade do Estado do Oregon, lembra que a baleia azul mede mais de 30 metros de comprimento e seu peso ultrapassa 100 toneladas. A cor de seu corpo é uma espécie de azul iridescente. Esse cientista tem catalogado e etiquetado baleias azuis desde 1979. Depois de 35 anos, ele ainda fala com paixão desses animais maravilhosos. Mas o ser humano – maior predador do planeta – é a maior ameaça à sua existência.
A maior parte das baleias azuis vive nos oceanos Pacífico, Antártico e Índico. Mesmo com proibições determinadas por acordos internacionais, alguns países, como o Japão, continuam a dizimar todas as espécies de baleias, inclusive as azuis.

Até o final deste ano, entretanto, uma nova ferramenta online desenvolvida pela Nasa ajudará a proteger espécies ameaçadas de extinção em colaboração com a Administração Norte-Americana Atmosférica e Oceânica ou, na sigla em inglês, NOAA (de National Oceanic and Atmospheric Administration). Essa ferramenta tem o nome de WhaleWatch (“observador das baleias”), que poderá ajudar na redução da mortalidade desses animais, em especial nos casos de colisão com barcos ou de baleias enroscadas em apetrechos de pesca.

Das 12.000 baleias azuis que ainda restam no planeta, um quarto delas vivem no Oceano Pacífico. A maioria delas, como acontece com outras espécies de baleias ameaçadas de extinção, migra ao longo do litoral da Califórnia, na rota de grandes navios de pesca e de tráfego entre os grandes portos de Los Angeles e São Francisco.

Essas baleias correm o risco de serem feridas por colidirem com esses navios maiores, além de se enroscar em armadilhas de pesca e que as impedem de alimentar-se ou mesmo de subir à superfície para respirar.

Como funciona a proteção

Num resumo extremo do projeto WhaleWatch, o artigo lembra que as baleias não são detectadas pelos satélites em escala global. Mas os cientistas sabem que elas se reúnem em determinadas áreas para deliciar-se com seu alimento predileto e quase exclusivo: os minúsculos camarões das águas frias conhecidos pelo nome de “krill”.

Mas os krills também não são detectáveis pelo satélite. A solução para localizar as baleias azuis é buscar onde estão as águas ricas em seus nutrientes, que permitem a procriação dos krills, nos momentos mais adequados. A melhor hora para isso é quando as águas frias profundas ricas de matéria orgânica afloram à superfície do oceano banhada pelo sol. Agindo como fertilizante, essa matéria orgânica cheia de nutrientes faz explodir a flora do fitoplâncton, cuja clorofila é visível do espaço.

Resultado: onde há clorofila no mar, deve haver nutrientes dos krills. E onde houver krills, as baleias azuis se reunirão em busca desse alimento. E isso ocorre, de fato, pois as baleias se reúnem em certos momentos do ano, nesses locais mais apropriados para seu banquete.
Saiba mais
Baleia azul está ameaçada de extinção (Crédito: Craig Hayslip/Oregon State University)Baleia azul está ameaçada de extinção
(Crédito: Craig Hayslip/Oregon State University)


Leia mais: http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/ethevaldo-siqueira/2015/07/26/DIRETO-DA-NASA-SATELITES-VAO-PROTEGER-AS-BALEIAS-AZUIS.htm#ixzz3h7htfnle


fonte: http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/ethevaldo-siqueira/2015/07/26/DIRETO-DA-NASA-SATELITES-VAO-PROTEGER-AS-BALEIAS-AZUIS.htm

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Cientistas observam duas espécies de golfinho que convivem juntas

Golfinhos pintado-do-atlântico e nariz-de-garrafa passam 15% do tempo juntos em grupo nas Bahamas

RIO - Os golfinhos são conhecidos pela sociabilidade, mesmo entre espécies diferentes, mas pesquisadores do Centro de Pesquisa de Mamíferos do Pacífico, em Washington, observaram um grupo nas Bahamas com nível de interação considerado "sem precedentes". Golfinhos nariz-de-garrafa e pintado-do-atlântico passam até 15% do tempo juntos e mantém uma comunidade estável.
- Essas interações parecem ter evoluído para permitir que as espécies compartilhem espaço e recursos - explicou Cindy Elliser, do Centro de Pesquisa de Mamíferos do Pacífico, à revista "New Scientist". - Eles brincam e caçam juntos. Até cuidam dos filhotes.
A maior parte dos encontros envolve comportamentos "amigáveis". Em ao menos duas ocasiões, fêmeas pintado-do-atlântico foram vistas cuidando de filhotes nariz-de-garrafa. Os pesquisadores também flagraram três fêmeas pintado-do-atlântico e duas nariz-de-garrafa, todas grávidas, nadando juntas.
Para Cindy, as razões para esse comportamento ainda são um mistério, mas está claro que não se restringe a alguns indivíduos com senso de identidade confuso:
- Eu acho que o comportamento amigável é uma parte importante da manutenção das relações.
Os machos também se unem e formam alianças entre as espécies para lutar contra inimigos em comum. Em um dos encontros, por exemplo, dois machos, sendo um de cada espécie, se juntaram para confrontar e perseguir um golfinho nariz-de-garrafa invasor.
Outras interações entre espécies de golfinho já foram observadas antes. Na Austrália, machos de diferentes grupos formam pequenas "gangues", com dois ou três animais de cada grupo nadando juntos, mas as alianças observadas nas Bahamas são consideradas únicas. Richard Connor, pesquisador da Universidade de Massachusetts, explica que alianças tão complexas, com ao menos três graus (família, grupo e entre as espécies) são vistas apenas em humanos.
Segundo o pesquisador, não é coincidência que humanos e golfinhos compartilhem essa sofisticada habilidade de cooperar, já que as duas espécies são as que possuem o maior cérebro em relação ao tamanho do corpo.
Entretanto, nem todas as interações entre as duas espécies são amigáveis. Machos nariz-de-garrafa são cerca de duas vezes maiores e, por vezes, foram observados invadindo grupos de pintado-do-atlântico para cruzar com as fêmeas. O sexo entre as espécies pode ser uma forma de machos nariz-de-garrafa jovens aprenderem a competir com adultos da própria espécie, sugere Cindy.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/cientistas-observam-duas-esp%C3%A9cies-golfinho-convivem-juntas-133104277.html

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Dois filhotes semi-albinos são registrados

APA Baleia Franca


No total 37 indivíduos foram avistados entre Laguna e Palhoça.


Com o objetivo de verificar a ocorrência das baleias e a incidência de enredamento na Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, foi realizada uma saída embarcada ao longo da porção centro-norte da unidade de conservação, entre Laguna e Palhoça. Foram registrados 15 pares de mãe e filhote, seis adultos e um subadulto, no total de 37 baleias.

A maior concentração estava na enseada da praia da Ribanceira, em Imbituba. Dentre as baleias registradas, os especialistas foram surpreendidos pela avistagem de dois filhotes semi-albinos, recém-nascidos, acompanhados de suas mães. Em média, um único filhote com essas características é observado a cada duas temporadas reprodutivas da espécie na costa brasileira.

O número total de baleais avistado é considerado alto para esta época, que representa o início da temporada reprodutiva das baleias francas no sul do Brasil. No entanto, este é um ano atípico, uma vez que as baleias começaram a chegar mais cedo na região. As primeiras baleias foram registradas em meados de maio, o que há muitos anos não ocorria.

A saída embarcada foi realizada com apoio da Policia Militar Ambiental de Laguna, e contou com participação de especialistas da APA da Baleia Franca/ICMBio, Projeto Baleia Franca e Laboratório de Zoologia – Udesc/Laguna. No final deste mês será realizado o primeiro sobrevoo de Monitoramento Aéreo do Programa de Monitoramento das Baleias Franca no Porto de Imbituba e Adjacências, com o objetivo de verificar a ocorrência e distribuição das baleias no litoral centro sul de Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul. 

Fonte: http://www.notisul.com.br/n/geral/dois_filhotes_semi_albinos_sao_registrados-53517